Lúcio Albuquerque – O Dia na História – BOM DIA 17 DE FEVEREIRO!

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COMEMORA-SE

Dia Mundial do Gato

RONDÔNIA

1956 – O presidente JK assina a Lei 2.731, de autoria do deputado federal Áureo Melo (AM) mas nascido em Santo Antônio do Madeira, denominando Rondônia o Território Federal do Guaporé. O projeto foi elaborado pelo deputado federal Joaquim Vicente Rondon, do Território do Guaporé.

COMEMORA-SE

Católicos lembram Santa Élia Pulquéria, Santos Aleixo Falconieri, Bonfiglio Monardi, Bonaiuto Manetti, Amadio de Amadei, Ugoccio de Ugoccioni, Sostenio de Sosteni e Maneto d’Antela, fundadores da Ordem dos Servitas.

BRASIL

1922 – Encerra em S. Paulo a Semana brasileira da Arte |Moderna. 1973 – Morre o compositor Pixinguinha, autor do clássico “Carinhoso”.

MUNDO

1863 — Criado na Suiça o Comitê Internacional de Ajuda aos Feridos, origem o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. 1913 – Thomas Edison anuncia a 1ª sessão do cinema sonoro. 1941 — Nazistas prendem o frade (depois São) Maximiliano Kolbe, por abrigar 2 mil judeus na Polônia; É do grupo “Justos entre as Nações” instituído em Israel honrando quem ajudou judeus a escapar do nazismo. 1963 — Nasce Michael Jordan, para muitos “o melhor” jogador de basquete de todos os tempos.

“Nunca foram a uma aula de Matemática, ou agem por interesses terceiros”, assim o professor Abnael Machado de Lima (1932/2019) classificava autores e palestrantes que repetiam um número absurdo, que “na construção da ferrovia Madeira-Mamoré cada dormente representa um homem morto na obra”. Como Abnael, outros historiadores – Francisco Matias e Dante Fonseca pensam ser absurda a citação de ser estrada de ferro que deu origem a Rondônia uma “estrada da morte’. Estima-se que entre 20 e 30 mil homens trabalharam na obra e as citações são de que em torno de 6 mil pereceram, apesar de todos os problemas que enfrentaram: cobras, ataque de índios, de animais selvagens, acidentes de trabalho, doenças tropicais. Mas repetir que cada dormente seja um homem morto na construção da estrada é pura fantasia, lamentavelmente ainda repetida por alguns.